SOCIETAS ALIENUM

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El Estado es un ente que en su abstracción pugna por su supervivencia. Al final, aquí cobra sentido la parábola que la tradición judía ha preparado acerca de ese autómata llamado Gólem. Para ello, nótese que según Stirner se necesita de la ‘abulia’ de aquellos sobre los que impera. Abulia que no es sino falta de voluntad, de decisión. Sin más, una enfermedad.

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A RESOLUÇÃO STIRNERIANA:O ÚNICO

NEGAÇÃO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Visando, pois, remeter à individualidade – fundamento último e intransponível – tudo o que dela foi expropriado e determinado de modo abstrato e transcendente, Stirner assume a tarefa de desmistificar todos os ideais, mostrando que nada são senão atributos do Eu. Ou seja, aqueles só podem ganhar existência se assentados sobre o indivíduo. Mas para tal o indivíduo tem de conquistar sua individualidade, recuperando sua corporeidade e sua força, para fazer valer sua unicidade.

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APRECIACÍON SIN IDEALISMOS

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UN INTERESSANTE TESTO CONTRO “L’AMICIZIA IDEALISTICA” (CHE TANTO CONFORTA LE PERSONE “BUONE” E COSCENZIOSE DI QUESTO MONDO CADAVERICO) PRESO DAL SITO ECO-RADICALE “ASILVESTRADOS”

https://vagueversesauvage.wordpress.com/2015/03/11/apreciacion-sin-idealismos/

Todos idealizamos a otro
Que si él hace aquello
Que si ella hace lo otro
Que si aquel piensa de esta manera
Y si ella será como YO quiera

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LINGUAGEM COMO PRODUÇÃO DE DIFERENÇA

DESSACRALIZAÇÃO

Como vimos acima, Stirner condenava o sistema hegeliano por iniciar o desenvolvimento de sua filosofia a partir de uma dimensão do ser que começava, justamente, como nada. Ao invés disso ele supõe como início do desenvolvimento filosófico uma unidade composta de dois termos dos quais o nada é o fator criativo, e esse é o próprio indivíduo. “O nada que eu sou não o é no sentido da vacuidade, mas antes o nada criador”. A esse nada, o universal, primeiro como natureza e depois como espírito, impõe-se desde que é “lançado ao mundo”.

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DIE ANARCHISTEN UND STIRNER

EGOCENTRIC

Stirner bezeichnete sich selbst nirgendwo als Anarchisten; er kritisierte vielmehr in seinem »Einzigen« (1844) den Mann, der sich 1840 als erster selbst einen Anarchisten genannt hatte: Proudhon — allerdings nicht deswegen, sondern wegen seiner moralisierenden Betrachtungsweise der gesellschaftlichen Probleme.

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LE POTENTIAL ACTUALITATE DE STIRNER

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Le favorite methodo, le contento del »Unic«, le stirneran “philosophia” — al occasion in admittite perplexitate etiam nominate “imphilosophia” — a representar, esseva sempre le epitomatic: concise, exacte partes ex le texto esseva alineate e debeva dicer pro se ipse.

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